Liquid Soul

liquid soul

Liquid Soul foi formada em Chicago em 1994 pelo saxofonista Mars, acid jazz é som que eles fazem e muito bem. Muito jazz+hardbop+hip hop ecoam nas batidas e metais que se transformam num som extremaente urbano e dançante, umas das melhores bandas do estilo e melhor estão na ativa lançando uma sonzeira atrás da outra, Liquid Soul é o primeiro álbum da banda lançado em 1996 e já chegam pra mostar o que estão afim muito acid jazz do bom, aproveitem que é só música boa do começo ao fim, altamente contagiante e dançante, impossível ficar parado ouvindo. Gosto muito de algumas como Blue Groove Freestyler, Jazz Machine e Worlds on a Leash, essas três são de arrebentar!

Liquid Soul é:
Mars Williams – Sax
Tommy Klein – Guitarra
Josh Ramos – Baixo
Tony “Kickdrum” Taylor – Bateria
Doug Corcoran – Trompete e teclados
Mr.Greenweedz – MC (Vocals)
David “Boy Elroy” Arredondo – Beatbox

01. Prelude
02. World’s on a leash
03. Schitzophrenia
04. Equinox
05. The Good One
06. Afro Loop
07. Java Junkie
08. New E
09. Righteous
10. Footprints
11. Jazz Machine
12. Black Earth
13. Waht a Story
14. Blue Groove Freestyler
15. Freddie The Freeloader
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…Bon Voyage!
ao som de Liquid Soul

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Reuben Wilson – Boogaloo to beastie boys

No final dos anos 60 Reuben Wilson aparece como padrinho do acid-jazz com o album “on broadway”, primeiro de uma sequencia pela Blue Note Records. Nestas gravacoes, Wilson revelou um forte influencia do FUNK que ajudou a redefinir os rumos do soul jazz até os dias de hoje.
A mais de 30 anos, Reuben Wilson ajudou a dar inicio a uma nova era musical, que se mantem atual nos dias de hoje, como mostra neste album dedicado aos Beastie Boys.
Posso afirmar que os arranjos para os temas, ja classicos pra minha geracao, como sabotage e brass monkey dos Beastie Boys são impressionantes.
Este album é um grande marco na musica moderna e estreita cada vez mais o link entre o tradicional e classico Rap com o Jazz moderno.
Vale a pena conhecer essa fusão.

Músicos:
Reuben Wilson: Hammond Organ
Andrew Beals: saxophones
LaFrae Olivia Sci: drums
Don Munro: guitar
Bernie Worrell: Fender Rhodes

boogaloo to beastie boys – 2004

1. Sabotage
2. Brass Monkey
3. So What’cha Want
4. Hey Ladies
5. Intergalactic
6. Something’s Got To Give
7. Cooky Puss
8. Shake Your Rump
9. Egg Raid On Mojo
10. Namasté

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Vinil é Arte @ Holeclub 09.08

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Its All in Your Mind – Groove Collective

its all in your mind

álbum do Groove Collective, pra quem gosta acid jazz groovado de primeira qualidade, repleto de músicas boas feitas para viajar. Além de ter uma arte gráfica bem bonita, que também é marca registrada do grupo.
Groove Collective é formado por 5 músicos, são eles:
Genji Siraisi – bateria
Jonathan Maron – baixo
Chris Theberge – percussão
Barney Mcall – teclado
Fabio Morgera – trompete
Jay Rodriguez – flauta, sax e vocal

01. You’re Stepping on my Daisy
02. Winner
03. Time Pilot
04. Stargaszer
05. Skye
06. Ransome
07. Priye
08. Ocean Floor
09. In Your Mind
10. Earth to Earth
11. Demon Chaser
12. Dance with You
13. Comparsa Tunina
14. Bonus Track
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… Bon Voyage!

ao som de Elza Soares

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vinil É arte @ Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana 2008

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Zimbo Trio convida Sonny Stitt

zimbo trio

Zimbo Trio é o conjunto musical brasileiro que está na ativa e permaneceu por tempo com a formação original, mais de 40 anos, só substituindo o baixista em 2007 em decorrencia da morte de Luís Chaves.
Luiz Chaves, baixo, Rubens Barsotti, bateria e Amilton Godoy, piano, em 1964 formavam o conjunto Zimbo Trio, se apresentando pela primeira vez em público no dia 17 de março em um show de Norma Benguell, realizado na Boite Oásis. Nesse mesmo ano o trio participa do show “O Fino da Bossa” e grava seu primeiro disco Zimbo Trio vol. 1.
Em 1965 juntamente com Elis Regina viajam para o Peru e depois Argentina onde ganham o troféu “Roque Pinto” de melhor conjunto instrumental. E também nesse ano ao lado de Jair Rodrigues e Elis Regina iniciam o programa antológico “O Fino da Bossa”, fazem ainda a trilha sonora do filme “Noite Vazia” junto com Rogério Duprat e ganham prêmio por melhor trilha sonora, gravam o disco Zimbo Trio vol.2.
1966 é mais um ano de muitos prêmios, como o segundo troféu “Roque Pinto”, para o conjunto que gravou os discos Zimbo Trio vol.3 e “O Fino do Fino” com Elis Regina.
No ano de 1968 acontece o fantástico showde Zimbo Trio com Jacob do Bandolim e Elizeth Cardoso no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, gravado pelo Museu de Imagem e Som. Show esse que resulta num belo disco. para conhecer mais da trajetória do grupo acessem Zimbo Trio
O conjunto tem uma discografia entre solo e acompanhamentos de 36 LP’s e 16 CD’s, Zimbo Trio convida Sonny Sittit foi lançado em 1979 primeiro disco a ser lançado pelo selo CLAM (editora, escola de música e selo do próprio grupo). É também o primeiro da série Zimbo Trio Convida que possui 3 volumes, e apresenta o saxofonista americano Sonny Sttit o disco traz temas já conhecidos numa versão mais jazzística mas sempre com um suingue quebrado brasileiro, todos os músicos arrebentam simplesmente o fino do fino…

01. Hope’s Blues
02. Corcovado
03. There You’ll Never Be Another
04. Little Suede Shoes
05. Autumn Leaves
06. Samba do Orfeu
07. Blus for Gaby

Link (link do blog Notas Agudas)

… Bon Voyage!
ao som de Blues for Gaby

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Feira de Vinil

Salve rapaziada…Vinil é Arte informa:

9 de Julho – tem uma das melhores feiras de vinil do Brasil, Feira do Tangerino, ótimo lugar para se achar aquele lp mais dificil… e ainda pegar promoções muito boas, com expositores do Brasil inteiro, vale a pena dar uma passada nem que seja para dar uma olhada nas raridades.

A feira rola na galeria do prédio que fica ao lado (dir) do parque Triano – Av. Paulista, MASP – das 10hs as 16hs

Nos vemos la…

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Erasmo Carlos e os Tremendões

Erasmo Carlos e os Tremendões

Repostagem do antigo site do Vinil é Arte
Com o final dos anos 60, a inocência nas letras e na postura da maioria dos artistas do movimento Jovem Guarda, dá lugar a uma busca por uma nova proposta musical. Mesmo fora do país a “música jovem” entra em um período de fecunda transformação contemporânea, tendo como expoentes trabalhos como Pet Sounds (Beach Boys) e o Sgt. Peppers (Beatles), a bandeira estética do Tropicalismo já havia sido hasteada nas paradas de sucesso. Roberto Carlos era Rei e guitarras já soavam nos auditórios dos festivais.
A música brasileira em 1969 havia sido despida de seu pudor nacionalista e no mesmo período Erasmo gravava seu último disco pela RGE. Lançado em 1970, é um disco que sem dúvida reflete uma maturidade marcante na carreira do “Tremendão”. Os grandes hits românticos ganham corpo com arranjos elaborados e letras reflexivas. As guitarras dos Tremendões (banda que acompanha Erasmo), aparecem mais sutis na mixagem do disco, dividindo espaço com as orquestrações do Maestro Chiquinho de Moraes.

“Estou dez anos atrasado”, música de refrão homônimo, é o único Rock do disco e vem incorporada com pesado naipe de metais, percussão e belos backing vocals; sem dúvida uma música de festa. Flautas, teclados e cordas passeiam suaves pela segunda faixa intitulada: “Gloriosa”. “Espuma Congelada” (a faixa seguinte) até tem seu momento Blues, mas cai num trapézio de melodias dignas de um George Martin; a letra da música é uma viagem à parte. Também com uma interessante letra, “Teletema” é uma música que começa com um clima de Jazz e tem seu momento Beach Boys graças a um competente coro e construção do arranjo. “Jeep” me lembra Caetano em seu disco de estréia, apesar de ter uma roupagem Black, que me remete a Stevie Wonder. O lado fecha com “sentado à beira do caminho”, uma faixa que cabe como uma luva no termo “música de trabalho”.

O lado B começa com um som que por si próprio justifica a importância desse LP 36 anos após o seu lançamento: “Coqueiro Verde” é uma referência quando o assunto é Samba-Rock. O swing dessa música é um convite pra se acabar na pista. Não é à toa que o Trio Mocotó regravou e, mais recentemente, Matolli incorporou ao repertório de seu “Clube do Balanço”. “Não Identificado” pra mim é uma das músicas mais completas de Caetano Veloso; a regravação é uma referência clara à adesão de Erasmo as mudanças da música popular da época. “Aquarela do Brasil” não entra à toa nesse disco, afinal, Erasmo era criticado por sua postura dita alienada ou por incorporar influências de música estrangeira. “Bronca da Galinha” é a grande surpresa do disco. É uma faixa instrumental que remete a um jovem Kool And The Gang; o som é pesado, cheio de groove e com um zangado naipe de metais, com destaque para os solos acompanhados por palmas. Chegamos ao fim da bolacha com a suave balada “Menina”… que, bem, fica sem comentários.
Um disco viajante com momentos intensos. Disco de ruptura que comunga com o Soul, o swing e o psicodelismo em uma época de repressão e explosão cultural.

01 Estou dez anos atrasado
02 Gloriosa
03 Espuma congelada
04Teletema
05 Jeep
06 Sentado à beira do caminho
07 Coqueiro verde
08 Saudosismo
09 Aquarela do Brasil
10 A bronca da galinha (Porque viu o galo com outra)
11 Menina
12 Vou ficar nú para chamar sua atenção

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Baurets

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Panic in Babylon

Videos da Ação Tempo é Arte realizada pelo Notas Agudas em comemoração aos seus 2 anos, aproveitem o post que está agudo do começo ao fim.
Jazz. e Sou agindo nas colagens feitas pela Vila Mariana e Av. Santo Amaro.
Crédito pelas fotos: Fabi

Flickr Notas Agudas

Mais fotos da ação Tempo é Arte realizada pelo coletivo Notas Agudas disponível no Flickr Notas Agudas.
Jazz. e Sou agindo nas colagens e Fabi fotografando.

panic in babylon

01.Rastafari
02.Purity Rock
03.Pussy Man
04.Fight To Finish
05.Voodoo
06.Panic In Babylon
07.Perry’s Ballad
08.I Am A Psychiatrist
09.Inspector Gadget 2004
10.Are You Coming Home?
11.Baby Krishna
12.Greetings
13.Devil Dead Live
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… Bon Voyage!

ao som de Donald Bird

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Vinil é Arte @ Hole.Club 19.07

Vinil é Arte segue para sua segunda edição no Hole Club, sábado, dia 19.07 sempre mandando muita sonzeira brazuca, soul, grooves e psicodelias 100% em LP.
Dessa vez apresentando a banda Slow Tropics, que promete um groove instrumental de qualidade.

Discotecários niggas – formiga – seu juca + convidados

Vinil é Arte - Sábado - 19.08 no HoleClub

Discotecagem eclética, simultanea, entre amigos amantes das bolachas

formiga + niggas

formiga e niggas

E pra quem não dispensa a gelada

3 LATAS = R$ 10 REAIS

Nomes na lista amiga R$ 10,00 vinilearte@gmail.com
Mulher free até 00:00 hrs
C/ flyer R$ 12,00
S/flyer R$ 15,00
_________________________
Hole.Club
Rua Augusta 2203, Jardins
www.holeclub.com.br

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Gal LeGal – 1970 (philips)

Gal LeGal

Repostagem do antigo site do Vinil é Arte.

Legal !!! realmente bem legal esse segundo disco solo do então ícone feminino Gal Costa que conta com a participação de grandes músicos da historia brasileira, ressaltando o musico e aliado Jards Macalé. Disco gravado meses após a gravação do seu primeiro LP também solo, em 1969. Nesse álbum, ainda pela Philips, Gal muda o estilo mais radical da influência do tropicalismo de seu primeiro disco e passa a utilizar com mais possibilidades sua voz, como na primeira faixa do lado B, em Hotel das Estrelas, ela mistura blues, soul e um nítido rock ainda enraizado do final dos anos 60.
O disco começa com Eu sou terrível (Erasmo Carlos), numa versão rasgada da musica seguido da próxima faixa A língua do pê , composta por Gilberto Gil, onde Gal apresenta um animado baião misturado também com outras influencias da MPB. Continuando com Love, try and die composta por Gal Costa, Jards Macalé e Lanny, Gal troca os gritos e berros por um vocal agudo mais equilibrado nessa musica com estrofes em inglês mostrando um vocal de entonação diferente da então boneca tropicalista em ascensão.
Meses antes de gravar LEGAL, Gal volta de Londres, onde visitara os amigos Caetano e Gil e ao retornar ao Brasil grava um compacto com a musica London, London, de Caetano Veloso. A música vira um sucesso na época e juntamente ao show Deixa Sangrar , título de uma das músicas do álbum também composta por Caetano, Gal surgia acompanhada do grupo Som Imaginário e do percussionista Naná Vasconcellos fazendo um enorme sucesso nas paradas da época emplacando sucessos e ganhando cada vez mais espaço na imprensa.
O disco conta ainda com as musicas Minimistério de Gilberto Gil, Acauã de Zé Dantas, The archaic lonely star blues de Jards Macalé e Duda e termina com Falsa baiana de Geraldo Pereira. Percebe-se facilmente uma grande influencia da tradicional Bossa e do contexto musical vivido no Brasil e no exterior do inicio dos anos 70.
A capa é uma verdadeira obra de arte, digna de dar banho em muito photoshop por ai, criada por Hélio Oiticica, bastante original, a capa traz o rosto e os cabelos partidos ao meio de Gal, seguido de diversas fotos de contextos diferentes da época. Legal é considerado até hoje um dos registros mais radicais produzido na história da MPB, eu particularmente gosto muito desse LP, muito bem gravado e mixado realmente merece esse reconhecimento dos ouvintes da musica brasileira.

01 – Eu Sou Terrível
02 – Língua do P
03 – ove, Try and Die
04 – Mini-Mistério
05 – Acauã
06 – Hotel das Estrelas
07 – Deixa Sangrar (Carnaval 1971)
08 – The Archaic Lonely Star Blues
09 – London, London
10 – Falsa Baiana

Ficha Técnica
Direção de produção: Manoel Barenbein
Técnicos de gravação: Ary Carvalhaes, João Moreira e Mazzolla
Estúdio: CDB
Arranjos de base: Lanny e Macalé
Arranjos de orquestra: Chiquinho de Moraes
Bateria: Norival
Baixo: Cláudio
Guitarra: Lanny
Piano: Chiquinho de Moraes na faixa “Love, try and die”
Participações especiais: Erasmo Carlos, Tim Maia, Macalé, Lanny e Nana
Capa: Hélio Oiticica

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Niggas

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Marvin Gaye – Trouble Man Soundtrack – 1972

Marvin Gaye - Troble Man

Re-post do antigo site do Vinil é Arte

Referências à explosão cultural da virada dos anos 60/70 soam naturais aos ouvidos de nossa época, e ainda hoje povoam o imaginário da geração presente, não apenas como hábitos, penteados ou artigos alegóricos. Muitas vezes, recentes produções de cinema estampam de forma clara tais alusões; como em um Quentin Tarantino ou Spike Lee, cuja cinematografia é recheada de anti-heróis, fêmeas fatais, contendas raciais, críticas de comportamento, e principalmente, poderosos temas sonoros.

O que, talvez, nem todo mundo saiba, é que muitos desses diretores bebem da fonte de um gênero de cinema dos anos 70, conhecido como blaxpoitation: tramas policiais cheias de sensualidade, heróis negros convivendo no submundo e discutindo valores de uma sociedade tradicionalmente preconceituosa. Mais do que isso, estes filmes são o convite para a genialidade de suas trilhas sonoras com orquestrações povoadas pelo soul, pelo funk e rhythm n’ blues.

Ainda nos anos 60, Quincy Jones foi pioneiro na composição de trilhas para esse novo gênero de filme. Nos anos que seguiram, as produções de baixo orçamento deram lugar a grandes produções, tais como: Shaft e Superfly. Mas o interessante é que as trilhas continuaram a ser compostas tradicionalmente por grandes músicos-arranjadores, em que citamos: Isaac Hayes e Curtis Mayfield. O resultado: temas conceituais cujos sintetizadores, moogs e guitarras wha-wha flertam com a musica erudita.

Marvin Gaye havia lançado revolucionário álbum “What’s going on”. Disco que além de refletir as aspirações políticas de uma geração, era resultado de um trabalho produzido com total autonomia pelo músico. O sucesso deste disco garantiu as portas dos estúdios de gravação abertas para sua criatividade. Não haveria momento mais propício que esse: Gaye começa a trabalhar na trilha sonora de Trouble Man (filme do diretor Ivan Dixon); e compor a banda sonora de um blaxpoitation, permitiu a Gaye (aliado ao saxofonista Trevor Lawrence), explorar ainda mais a relação da música pop com ricos arranjos de cordas e metais.

Trouble Man é denso, e sem dúvida, é o disco de Gaye mais próximo do jazz: temas que remetem à profunda introspecção que, ora desatam num clímax delirante, ora num blues do sul profundo. A trilha é permeada por impressionantes harmonias vocais, apesar do caráter basicamente instrumental; e não podia ser diferente já que o autor é o homem que “redefiniu o soul como uma forma de expressão criativa”. Um passeio pela alma de Gaye num disco que soa às vezes triste e em outras epifânico. O rouco sax de Trevor, solando com o moog presente (e executado pelo próprio Gaye) é sustentado, ora pelo groove da bateria e ora pela presença da orquestra. Dizem que: de nada nos serve uma boa idéia no momento errado; contudo Marvin Gaye criou a trilha de Trouble Man, lançada em 1972 e não podia ter vindo em melhor hora. Um disco excelente para noites mal dormidas. Um disco com o sabor da madrugada.

01 Main Theme From Trouble Man
02 ‘T’ Plays It Cool
03 Poor Abbey Walsh
04 The Break In (Police Shoot Big)
05 Cleo’s Apartment
06 Trouble Man
07 Theme From Trouble Man
08 ‘T’ Stands For Trouble
09 Main Theme From Trouble Man
10 Life Is A Gamble
11 Deep-In-It
12 Don’t Mess With Mister ‘T’
13 There Goes Mister ‘T’

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Baurets

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Soil & Pimp Sessions Summer Goddess

Japas loucos, sonzera, vale a pena sacar, indicação do Yuga, nota 10.

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Na semana…

03.Julho.Quinta – Aniversário do Seu Juca, banda Funkaria + Dj Seu Juca & Formiga.
Local: Bleecker Street- R. Inacio Pereira da Rocha n367- V.Madalena

R$15.00 ou R$12.00 com nome na lista (info@bleeckerstreet.com.br)

05.Julho.Sexta – Festa Samba Rock amigo, 2 edição do baile de samba-rock todos são muito bem vindos para vir dançar na pista ou aprender…
R$5.00 – 22hs – R. Serra do Japi 819 – Tatuapé

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Herb Alpert’s Tijuana Brass – Whipped Cream & Other Delights

Herb Alpert's Tijuana Brass - 1965

Herb Alpert’s Tijuana Brass
Whipped Cream & Other Delights
A&M Records 1965

Músico. Produtor. Compositor. Executivo da música, por mais de 50 anos, Herb Alpert teve um importante significado na vida de muitas pessoas. 15 albuns de ouro, 14 de platina 8 prêmios Grammy e cerca de 72 milhões de álbuns vendidos em todo mundo, sendo em seus discos solos e a frente da lendária Tihuana Brass.
Herb Alpert e Jerry Moss fundaram a A&M Records em 1962 -, com US$ 200 e um aperto de mão – hoje obtem o seu lugar no mundo como maior gravadora independente. Lembrando o nome da gravadora, lembramos de álbuns e canções de músicos como – a clássica Tijuana Brass, Burt Bacharach, os Carpenters, Sergio Mendes, Quincy Jones, Carole King, Peter Frampton entre outros..
Basta ouvir três notas para reconhecer seu estilo inconfundível de tocar trompete, como uma vez comentou Miles Davis.
Este exemplar foi gravado em 1965 e esta versão é a prensagem nacional da época. Postagem atendendo a pedidos da colaboradora do site, Rafa Jazz, que curte o som e não tinha o álbum. Agora ta ai.
Ouça o “Creme batido e outras delícias” de Herb e Tijuana Brass.

Pegue aqui o seu exemplar.

01 A Taste of Honey
02 Green Peppers
03 Tangerine
04 Bittersweet Samba
05 Lemon Tree
06 Whipped Cream
07 Love Potion No. 9
08 El Garbanzo
09 Lady Fingers
10 Butterball
11 Peanuts
12 Lollipops and Roses

vida longa ao vinil

Niggas

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