*Quem Somos*

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Vinil é Arte é um coletivo de pesquisa musical que se dedica a formar uma diversificada coleção de discos. Os 5 integrantes do grupo levam sua pesquisa ao público discotecando em eventos uma seleção de músicas que é de fato “o fino do vinil”.

Hoje, dividido nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o coletivo apresenta raridades de grandes nomes da música, e amplia cada vez mais sua coleção que soma hoje, cerca de 15.000 títulos.

A experiência e o profissionalismo dos discotecários a frente deste rico repertório fazem do Vinil é Arte um convite ao balanço num show completo para ver e ouvir. A diversidade de repertório é o grande diferencial do coletivo, o vasto acervo do permite direcionar suas apresentações de acordo com o projeto do qual participa, criando noites temáticas associadas a exposições de capas de discos e material impresso em periódicos sobre a música, artistas e seu mercado. Além disso, a linha de pesquisa musical própria de cada integrante é direcionada ao perfil de cada evento. E apesar das preferências de cada discotecário, o repertório mantém uma unidade que segue sempre a pesquisa musical conjunta, abordando diversos gêneros e movimentos musicais. Seja com as últimas produções lançadas em vinil por artistas atuais ou com as primeiras prensagens em vinil da história, o Vinil é Arte procura sempre o caminho do que não seja óbvio, quebrando preconceitos, apresentando e resgatando a boa música brasileira e do mundo.  .

 

Discotecários

Os discotecários dividem-se em três núcleos: em Minas Gerais, Pedro Paiva; em São Paulo, Niggas e Formiga; e no Rio de Janeiro, Tuta e MBgroove.

Eles se apresentam individualmente, em duplas ou em seu formato completo, onde os 5 discotecários tem oportunidade de mostrar toda força do coletivo, tocando juntos durante todo o tempo da apresentação e levando ao público os clássicos de seus respectivos repertórios e as novidades dos últimos vinis adquiridos. Este passeio pelo melhor do mundo da música prensada em vinil é a soma das experiências dos discotecários.

Pedro Paiva com sua tendência para o rock e a música instrumental, seleciona seu repertório dando preferência aos arranjos e orquestrações modernos e experimentais. Tuta traz uma bagagem um pouco mais direcionada à música regional, com samba, bossa, choro, maracatus e outros ritmos nordestinos. Formiga passeia pela gafieira e suingue, samba jazz e versões raras da MPB com uma pegada groove. Niggas e MBgroove  passeiam pela música negra; soul & funk, samba rock e MPBlack, jazz , música latina e africana.

Saiba mais em Discotecários.

.www.vinilearte.com – 2011

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